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Por meses, a Globo e o restante da mídia dominante mantiveram um mórbido “número de mortes” do Covid-19 em suas manchetes e por todos seus noticiários. O surto de coronavírus se resumia ao número de mortos. A narrativa tinha como objetivo promover governadores como Doria de São Paulo, Witzel do Rio de Janeiro, ou Cuomo de Nova York, que tornaram seus estados em ditaduras sob a falsa noção de que destruir o emprego, a liberdade e a vida das pessoas impediria o vírus de fazer o que os vírus sempre fazem: se espalhar pela população até eventualmente perder força e desaparecer.

O “número de mortos” sempre foi a manchete.

Mas, de repente, no início de junho, a grande mídia em uma atitude orwelliana agora nos diz que tudo é uma questão de “casos” e sempre foi sobre “casos”. A morte, e especialmente a taxa de mortalidade por infecção, eram irrelevantes. Por quê? Porque a partir do pico de abril, as mortes haviam diminuído 90% e continuavam caindo. Isso não era aterrorizante o suficiente, então a mídia fingiu que essas boas notícias não existiam.

Com aumentos maciços nos testes, o número de casos aumentou. Isso não é tão complexo como a física quântica: quanto mais pessoas você testar, mais “casos” você descobre.

Infelizmente, nossa grande mídia só está interessada em promover a “narrativa oficial”. Portanto, as boas notícias de que milhões mais foram expostos enquanto a taxa de mortalidade continua a declinar – o que significa que o vírus está ficando mais fraco – são enterradas sob relatos histéricos de “novos casos”.

Infelizmente, muitos governadores são incapazes de resistir às infinitas mentiras da grande mídia. Eles estão colocando os cidadãos novamente no pesadelo da quarentena forçada de negócios, máscaras faciais obrigatórias e restrições das liberdades constitucionais baseadas em propaganda enganosa.

No Texas, a propaganda da “segunda onda” foi tão feia que os líderes dos quatro principais hospitais de Houston tomaram uma atitude extraordinária no final da semana passada, realizando uma conferência de imprensa conjunta para esclarecer que as histórias de terror dos hospitais de Houston que estariam sendo invadidos pelos casos da Covid são: simplesmente mentiras. O Dr. Marc Boom, do Houston Methodist, disse que os relatórios sobre a capacidade do hospital são enganosos. Ele disse: “francamente, estamos preocupados com a existência de um nível de alarme na comunidade que não é justificado no momento”.

De fato, tem havido muitos relatos de que o “pico” nos casos do Texas não se deve ao ressurgimento do vírus, mas às práticas hospitalares testando para Covid todos os pacientes que se submetem a qualquer procedimento. Se for positivo, isso conta como uma “hospitalização por Covid”. Por que os hospitais seriam tão desonestos em seus diagnósticos? Bilhões de dólares federais apropriados estão sendo canalizados para instalações com base no número de “casos covid” que eles podem produzir. Como eu sempre disse, se você subsidia algo, obtém mais. E é por isso que estamos tendo mais casos da Covid.

Vamos voltar às medições originais usadas para assustar as pessoas a abrirem mão de suas liberdades constitucionais: os números de mortes diárias. Mesmo sabendo que os hospitais atribuíram falsamente inúmeras mortes ao “Covid-19”, que eram mortes COM e não POR CAUSA DO vírus, estamos vendo mortes reais declinando constantemente nos último mês e meio. O declínio das mortes não é uma maneira muito boa de se promover a propaganda da “segunda onda”; portanto, a mídia e os políticos mudaram o gol de lugar e decidiram que apenas os “casos” são importantes. É outra grande mentira.

Resista à propaganda e defenda sua liberdade. Essa é a única maneira de superarmos isso.

Artigo original aqui.

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