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O ser humano tem o direito à vida.  Isso significa que ele tem o direito de não ter sua integridade física ameaçada ou violada.

Assumindo que a maldade existe, negar ao indivíduo a posse de meios de defender a própria vida é violar o direito a ela.

Assim sendo, as legislações de controle de armas impostas pelo governo violam o direito natural das pessoas e pervertem a natureza das instituições humanas, de direito a vida, liberdade e propriedade.

Embora o argumento ético seja suficiente para encerrar o caso, há ainda o fato de que o armamento da população, torna o ambiente mais seguro para a vida.

As estatísticas não mentem: quanto maior é a liberdade de as pessoas portarem armas para a defesa do seu corpo, família e propriedades, menor é a taxa de homicídios e maior é a prosperidade econômica.

Vamos analisar:

1 — Número estimado de armas civis per capita por país – Wikipédia, a enciclopédia livre

Quanto mais azul escuro é o país, maior é a taxa de armas de fogo.

2 —Lista de países por taxa de homicídio intencional – Wikipédia, a enciclopédia livre

Quanto mais azul escuro é o país, maior é a taxa de homicídios intencionais.

Somente analisando os dois primeiros mapas por cima, já da para ter uma noção intuitiva de que há sim uma co-relação: quanto mais armas, menos homicídios. É o caso de países como: EUA, México, Brasil, Congo, Venezuela, Rússia, Madagascar, Índia, Bolívia, Nova Zelândia e muitos outros, em que essa premissa se confirma.

Mas segundo os movimentos totalitários de esquerda e a grande mídia corporativista, essa co-relação não se confirma em todos os casos. Há exceções que não seguem essa regra, e com isso, tentam justificar políticas de desarmamento.

Mas será que isso é eficaz? Vamos analisar as particularidades de um país que é sempre usado como exemplo de sucesso das políticas desarmamentistas: o Japão.

Porque é que esse pequeno país asiático tem uma baixa taxa de homicídios enquanto preserva uma baixa quantidade de armas de fogo? Porque motivo ele é diferente da maioria dos países?

Propriedade Privada.

Simples: o respeito a propriedade privada é cultural no Japão, ao contrário da grande maioria dos países ao redor do mundo.

No Japão as pessoas não precisam de muitas armas para defenderem suas propriedades, simplesmente pelo fato de que todas elas já respeitam a liberdade e o direito de propriedade umas das outras. Isso já é ensinado desde cedo nas escolas japonesas.

É só confirmarmos isso no terceiro mapa: ele indica o nível de liberdade econômica nos países (leva em conta o respeito de propriedade), e o Japão se destaca entre todos. É por esse motivo, que esse país não se encaixa no resto das estatísticas e não pode ser usado como exemplo para o debate sobre armas de fogo, já que lá a situação é completamente diferente.

3 — Índice de Liberdade Econômica – Wikipédia, a enciclopédia livre

Países em vermelho são menos livres, os em verde, mais livres.

Para você se certificar de que o respeito a propriedade privada é realmente cultural lá, veja a reportagem abaixo: as prisões não tem muros nem portões e até os bandidos e ladrões tem um nível de respeito à propriedade privada. Eles avisam os donos dos pertences, que estão sendo roubados.

Que ladrão do mundo, coloca um aviso de que vai
pegar o carro emprestado e vai devolve-lo sem estraga-lo?

Conclusão

Apesar de todas as evidências a favor do armamento civil, os governos e a mídia mentem para o público. Os governantes apregoam que armas não propiciam segurança, mas não se deslocam sem seguranças fortemente armados. Celebridades progressistas fazem campanha para que famílias comuns se desarmem, mas não aplicam o mesmo princípio aos seus onerosos seguranças particulares.

A insistência do establishment em afirmar que o desarmamento torna uma sociedade mais segura é uma clara aplicação de técnicas goebbelianas de propaganda: repetir um conceito de forma superficial e vulgar voltada para as massas. Estas não possuem capacidade de reflexão profunda, um atributo exclusivo do indivíduo. Eventualmente, as mentiras assim difundidas são tomadas como verdades inquestionáveis.

A prudência recomenda, assim, que a população não acredite no que os governantes e seus propagandistas dizem. Prudente é se armar. Defender a vida própria e de terceiros é um dever moral e um direito natural. É natural dos seres humanos preservar sua existência.  Consequentemente, impedir o acesso aos meios de defesa é um atentado à natureza humana.

A liberdade de se armar é intrínseca ao homem. Governos não podem nos dar algo que já é nosso, mas podem retirar. Isto significa que armas servem não apenas para defender vida e propriedade, mas também para defender o direito de continuar possuindo esses efetivos dispositivos de segurança.

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