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A população brasileira está cansada de ouvir a velha afirmação falaciosa de que a “educação não é mercadoria, é direito”. E nesse artigo, vamos refutar isso.

Queremos mostrar não só que a educação é sim uma mercadoria, como explanar quais são as consequências e os problemas de ordem econômica, moral, educacional e social que a defesa da educação estatizada provoca. O ensino estatal é caro, ineficiente e forma analfabetos funcionais, além de ser um redistribuidor de renda inversa: privilegia os ricos as custas dos mais pobres.

1 – Problemas de Ordem Econômica:

1.1 – A impossibilidade de taxar os ricos.

As faculdades públicas brasileiras são financiadas pelo imposto do ICMS, este que é cobrado em cima da circulação de serviços e mercadorias. Quando os empreendedores e empresários são taxados pelo governo por meio de impostos, repassam os custos desse e de outros impostos para os consumidores.

Aí você vai me peguntar: “tá, e afinal, quem paga esses impostos?”

1.2 – Quem paga a conta são os mais pobres.

Resposta: a camada mais pobre da população, que é a que tem mais dificuldade para fechar o seu orçamento, quando os produtos estão mais caros nas prateleiras dos super-mercados. Portanto, é justamente ela quem paga proporcionalmente mais impostos do que os ricos, não importa a situação.

E quem é que acaba financiando as faculdades públicas (a.k.a. estatizadas/nacionalizadas) que são gerenciadas por políticos?

Exatamente a população mais pobre, que se vê obrigada a colocar os filhos em escolas públicas, e não tem dinheiro para pagar por cursos de pré-vestibular, a fim de conseguir passar em universidades federais.

Ou seja, os pobres além de financiarem faculdades estatais para pessoas que tiveram melhores condições de estudarem em cursinhos e escolas de elite, se vêem obrigados a pagarem pela própria faculdade particular.

São os ricos que não estudaram nas escolas públicas sucateadas, que são bancados pelos pobres pagadores de impostos quando chegam nas faculdades estatais. E isso precisa mudar.

1.3 – O ensino não é e não pode ser possivelmente gratuito porque alguém sempre paga a conta.

O ensino nunca é gratuito, porque quem ensina (professores) e quem trabalha nas faculdades (reitores, RH, pessoal da limpeza, estagiários, etc…) tem que ter seus salários pagos por alguém.

Em uma dinâmica de mercado, quem precisa da educação, é quem paga os salários dessa galera que trabalha nas faculdades.

É por esse motivo que o ensino deve ser tratado como mercadoria, porque tem pessoas vendendo um produto (educação) para passar conhecimento, trabalhando várias horas para criar algum valor para os alunos nas salas de aula.

E quem deve pagar o preço por esse conhecimento, são os alunos, não outras pessoas que não tem nada a ver com isso.

1.4 – O custo do aluno de uma faculdade pública é 89% mais alto que do aluno mantido por um financiamento privado, em uma universidade privada.

O custo do aluno da instituição de ensino superior estatal é 89% mais alto que do aluno mantido pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A informação é resultado do levantamento “A relação entre o Fies e o Ensino Superior no Brasil”, realizado pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) em parceria com a Educa Insights, que fez uma recapitulação do histórico do programa, tanto em termos de matrículas quanto de custos.

O custo médio de um estudante de uma instituição estatal de ensino foi de R$ 20 mil. No mesmo período, o gasto com o estudante do Fies foi de aproximadamente R$ 10 mil anuais.

2 – Os problemas jurídicos de ordem moral e ética.

Desejos não são direitos e leis estatais não são parâmetro para ética.

O direito natural afirma que as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à propriedade. Tudo que é contrário a esses direitos, é uma violação a ética.

Se você é a favor do ensino gratuito e deseja isso, dê o seu dinheiro para a educação gratuita. Pare de forçar os outros a fazerem isso, as custas da violação do direito natural dessas pessoas.

Querer que o estado roube por meio de impostos, pessoas que não querem pagar por essa educação estatal de péssima qualidade, é um desejo imoral e anti-ético.

Defender a cobrança de impostos contra qualquer pessoa, é agressão contra os direitos de propriedade delas, mas defender a cobrança de impostos contra pessoas menos favorecidas, é covardia moral. E é isso que os defensores do atual sistema público de educação são quando não analisam as consequências econômicas das suas pautas socialistas.

Os pobres já tem muita dificuldade de acumular patrimônio em um país socialista com um estado draconiano como o Brasil. Eles precisam de ajuda para saírem da merda, e não do governo atrapalhando a vida deles, criando custos.

3 – A iniciativa privada é mais eficiente em prover educação gratuita.

Existem cursos gratuitos na internet com bem mais conteúdo do que os passados em salas de aulas gerenciadas pelo governo, em universidades estatais, SÓ QUE DE GRAÇA E FORNECIDOS PELA INICIATIVA PRIVADA, que é milhões de vezes mais eficiente em entregar conhecimento.

Mas aí você vai me perguntar:

“Mas sem o governo, quem forneceria serviços de educação para população mais pobre?”

Custo de educação diária: R$ 0.
Custo de Impostos: R$ 0.
Doutrinação ideológica comunista: 0%.
Cultura do diplomismo: nula. (coloque o seu currículo e mostre o que você sabe fazer no Linked In)

Pare de pedir para o governo confiscar reais de trabalhadores brasileiros somente porque você acha que educação é um “direito”.

Você pode receber serviços de educação na internet, de graça, sem pedir para que o governo roube outras pessoas e entregue como esmola escolas públicas lixo, cheias de professores marxistas, marcuseanos e keynesianos.

“Mas sem o governo, quem validaria diplomas universitários?”

Universidades e prêmios meritocráticos (diplomas) só existem para validar a sua escravidão perante o estado e mostrar seu status burocrático perante a sociedade.

Conhecimento, capacidade, ação e interesse próprio valem muito mais que um diploma impresso em um papel.

4 – A Urgência da Privatização da Educação Brasileira.

Perceba que todos esses problemas que enfrentamos, seriam facilmente solucionados se a educação toda fosse privatizada.

Não existe “educação pública”, existe educação custeada com impostos de quem não quer pagar por ela, gerenciada por políticos, e quem se beneficia com essas medidas imorais.

Na antiguidade, as organizações cristãs é que faziam as escolas e universidades monásticas privadas, com dinheiro dado voluntariamente pelas pessoas por meio de doações. Nessa época sim, existia propagação de conhecimento e desenvolvimento científico, fornecido inclusive e principalmente para pessoas mais pobres. Hoje elas são minoria, mas continuam funcionando de exemplo para as faculdades que não dão certo.

O estado quando cobra impostos para fornecer um serviço ruim e estatizado de educação, além de ditar o que vai ser ensinado nas salas, desestimula a caridade e a verdadeira educação voluntária, financiando todo o tipo de barbaridade marxista, as custas do dinheiro roubado de quem não quer e não pode financiar isso.

Já passou da hora de pararmos de querer educação pública, e defendermos de uma vez por todas, a privatização da educação. Pois eu julgo que negar esse direito ao indivíduo é justamente tomar o direito do cidadão decidir, e o tratar como uma criança que precisa ser tutelada pelo pai estado.

Ao decidirem que a educação não pode ser mercadoria, decidem que o cidadão sequer pode decidir se quer ou não ser educado. Ele é forçado a pagar pela educação na forma de impostos, é forçado também a recebê-la e ainda a recebê-la de uma dada maneira, a maneira que o estado quer.

Nada pode ser mais avesso à liberdade individual do que um estado educador.  Portanto, se tivermos que fazer algum reclame sobre a educação, que seja para que ela se torne, sim, mercadoria.  Um estado que tutela seu povo pretendendo que isso seja um meio para o fim de esclarecê-lo não passa de uma grande farsa.

5 – Sobre as manifestações.

Essa “greve estudantil” é mais uma prova cabal da efetividade de uma estratégia ardilosamente arquitetada pelos partidos de esquerda.

Os professores trabalham a cabeça dos alunos e incutem neles a própria visão de mundo, manipulam seus imaturos aprendizes a pensar que estão desenvolvendo pensamento crítico quando na verdade estão fazendo justamente o contrário.

Os estudantes, em sua imensa incapacidade de observar o quadro todo, fazem o jogo político que interessa aos que incutiram em suas mentes a “forma certa de pensar”.

Cortes nas verbas para educação, mais severos, foram feitos por mandatários de esquerda e não geraram essa comoção toda.

Saem às ruas para “lutar pela educação” cercados de bandeiras dos partidos vermelhos e de faixas pedindo a liberdade de um condenado pela justiça que insiste em se dizer inocente, mesmo com o caminhão de provas dizendo o contrário.

Quem disser que isso não é um problema, não conseguiu entender ainda tudo o que está envolvido.

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