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Por Alex Pipkin

Acho que nunca tivemos uma realidade tão “faz de conta” como a atual!

Porém, para explicar esse “faz de conta”, é preciso mesmo recorrer à lógica e à razão.

Primeiro, pela falência da grande mídia, que, por meio da omissão dos fatos como eles são e pela desonesta divulgação sensacionalista do que lhe convém comercial e ideologicamente, faz com que os indivíduos sejam 24 horas por dia, sete vezes por semana, bombardeados incansavelmente pela distorção dos acontecimentos, criando pânico, medo e terror.

Esse nojento terrorismo permissivo faz com que você enxergue uma pseudoverdade, graças às opiniões e aos medos motivados pelas crenças e visões que estão marteladamente fresquinhas na sua memória, facilmente acessíveis.

Segundo, por evidente, nossas crenças e expectativas ideológicas afetam nossa percepção da realidade. Ativa-se o tradicional viés de confirmação que, literalmente, cega-nos para os fatos objetivos. Pragmaticamente, a realidade está no olho de quem a vê!

Nesse mundo pandêmico, os apologistas da destruição alardeiam informações e achismos sobre o vírus, a “ciência” e a suposta realidade, contorcendo os dados que inquestionavelmente são ambíguos, ignorando características idiossincráticas e certos padrões, objetivamente enfatizando aqueles que lhes interessam e descartando os demais.

No mundo do faz de conta, os grupos de pertencimento se apoiam nesses dados ambíguos para justamente fazer o que mais gostam: polarizar por meio de falácias.

São as ideologias e as visões de mundo que decidem o que pode ou não ser observado como realidade. São essas que regularmente distorcem e embaralham a falta de reflexão, apontando em direção dos efeitos, escondendo as genuínas causas das “coisas”.

Escrachadas mentiras que semideuses dogmáticos preconizam, transformam-se em certezas absolutas em mentes, corações e mãos de incautos e interesseiros, paladinos da moral superior!

Não, não tenho medo do patrulhamento ideológico. Minha consciência, meus estudos sérios e lógica FUNDAMENTADA, além dos fartos fatos comprovados, impelem-me a não acreditar nos poderes sobrenaturais de burocratas despreparados, principalmente virgens em termos de visão e de experiências pragmáticas de mercado.

Não confio nessa “inteligência central superior” desses meninos em definir aquilo que é certo e errado para decidir sobre a minha própria vida. Principalmente, porque não devo e não quero deixar escorrer por entre os dedos da minha mão meus cruciais direitos e liberdades constitucionais! A tirania pode ter vida longa… e sangrenta…

Enfim, eu sigo continuando acreditando na razão, na CIÊNCIA e nos fatos objetivos!

Por isso estou realmente cansado e apavorado de que tanta gente (algumas que reputo inteligentes!) tenham abandonado os fatos e estejam acreditando nas verdades efêmeras de políticos despreparados e de seus especialistas do “beija-mão” – e, certamente, de órgãos tão políticos quanto eles, tais como a “científica” OMS! “S” de salada!

Esgotei-me com o falso moralismo, com certo puritanismo de araque e com uma mídia que trocou a simplicidade da objetividade real pela corajosa, bestial e nefasta clareza e pureza moral que atende às suas parciais verdades e às suas narrativas ideologizadas e interesseiras.

Desisti desses “jornalistas” formados pelos irmãos do sangue vermelho, transformados em analistas políticos dos fatos da vida (exceto quando quero dar uma boa gargalhada!), leitores de duas páginas de O Capital e exclusivamente de algumas outras orelhas de livros encarnados,  que substituem a informação dos fatos objetivos por suas defeituosas e fanáticas interpretações subjetivas com base em suas supostas superioridades morais.

O achismo tomou conta do século XXI!! O falso moralismo se quer impor sobre a incontestável primazia dos fatos e do estudo e investigação genuínos!

Desculpem-me, rapazes, mas objetivamente eu não quero abrir mão de uma verdade inquestionável: eu prefiro manter a minha liberdade de escolher a ser guiado por suas bondosas subjetividades!

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