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Não tem nada mais errado do que isso. Em apenas duas palavras (greve e estudantes) a quantidade de erros é tremenda.

Primeiro porque “greve” é parar de trabalhar, é quando o prestador de um serviço decide interromper seu trabalho, seja lá qual for o motivo; geralmente um descontentamento com o valor pago.

Segundo, o estudante é cliente, consumidor do serviço de ensino. Se ele se rebela contra o prestador do serviço de ensino, isso seria no máximo, um boicote.

Ora, um corte de verbas estatais nas universidades federais (é mentira que há um, mas, vá lá) pode, sim, afetar a qualidade do serviço prestado e, diante desse novo quadro, cabe ao estudante decidir se quer um novo prestador ou aceita o novo padrão do serviço ao preço que ele paga.

Aí que mora o problema, o estudante de universidade pública não paga nada pelo serviço prestado.

Esses movimentos, se apresentados da maneira correta, expõem a grande máquina de injustiças que é a sociedade ser obrigada a pagar impostos pelo ensino (e muito ruim) de alguns.

No fim, se houvesse verdade na mídia, a população teria plena consciência de que as instituições de ensino estatal são grandes máquinas de propaganda e doutrinação à serviço do establishment.

Não é nenhuma coincidência que os governos de todos os países do mundo queiram estar no controle da educação das crianças.

Os serviços de educação fornecidos pelo aparato estatal supostamente devem ser vistos como uma evidência da bondade do estado e da preocupação de seus burocratas para com nosso bem-estar.

Mas o real objetivo é bem menos bajulador, e muito fácil de entender: se toda a propaganda governamental pró educação estatal enfiada goela a baixo nas salas de aula, conseguir criar raízes dentro do cérebro das crianças, à medida que elas crescem e se tornam adultas, estas crianças não serão nenhuma ameaça ao aparato estatal.

Elas mesmas irão prender os grilhões aos seus próprios tornozelos.

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