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Eu sempre digo: a diferença entre um liberal e um libertário são alguns meses de estudo autodidata honesto da história, da economia e dos estados mundiais.

Nenhuma pessoa instruída que ainda tem cérebro e faculdades mentais funcionais, acredita que regimes coletivistas liberais minárquicos, frutos das revoluções liberais como a revolução francesa e a americana, podem dar minimamente certo. O minarquismo falhou tanto por questões lógicas, quanto por verificações empíricas.

Absolutamente todas os sistemas políticos minárquicos que se propuseram ser estados com a intenção de conservar liberdades individuais, se tornaram estados máximos anti-liberdade. Isso aconteceu pelo motivo de que o liberalismo contém a semente da sua própria destruição: o estado coletivista constitucional.

Liberais clássicos preparam o campo e as instituições férteis, para que as ideias da esquerda marxista e frankfurtiana possam florescer, obter hegemonia cultural e controle total da sociedade a longo prazo, simplesmente instaurando uma ditadura democrática no princípio.

O nascimento do libertarianismo se deu a partir da noção de que — assim como em todos os outros aspectos — o estado falha em garantir a liberdade: ele é a antítese dela. E por meio da centralização constitucional, cria o cenário ideal para o caminho contrário a liberdade. Emerge, então, criticidade em torno do monopólio das leis, e a ideia da secessão, como forma de tentar conceder a liberdade de escolher não fazer parte de associações políticas às quais há nenhuma identificação.

Porque é que você deve ser forçado a fazer parte de um estado liberal? Isso já não seria agredir a sua livre escolha?

Se você concede ao estado o poder de forçar a todos usarem a moeda que está imprimindo, é o este quem controla a mídia e as instituições educacionais, estimulando a mentalidade que ele quer. A partir daí, é só os marxistas tomarem essa estrutura de poder, e pronto: temos uma ditadura comunista e roubos de propriedade generalizados.

Se você relativiza o direito natural a propriedade, dando uma justificativa esdrúxula para criação de um estado liberal, sempre vão existir grupos que vão se aproveitar dessa relativização para aumentar a sua influência e o tamanho da organização estatal que está ceifando a liberdade e propriedade privada.

Resultado: agigantamento da máquina pública e do autoritarismo é inevitável se o estado existe.

Pode ser que a implantação do minarquismo não afete as pessoas num momento incial, devido a baixa interferência econômica e social momentânea que ele promove. Mas você acha mesmo que daqui a 30 anos, o estado não vai crescer? Bobagem. O estado é uma máquina de criação de leis ininterrupta. E essa é a essência da existência do mesmo.

Portanto, podemos concluir que a tendência do estado é sempre se expandir pelo motivo de que não é algo estático: é um processo que está em constante mudança e sempre pode mudar pra pior.

E isso é sério: não subestime a capacidade de o estado piorar cada vez mais a sua vida com o que ele é especialista em produzir: pobreza, estagnação econômica, fraude e guerras.

A defesa do minarquismo é a receita perfeita para que o estado gigante e os genocídios que já vimos acontecer no século passado, resurjam das suas cinzas.

Herdamos essas práticas coletivistas obsoletas dos nossos ancestrais. Práticas arcaicas não se encaixam mais no século XXI. Devem ser extirpadas da civilização e não conservadas e resgatadas.

O futuro da humanidade é da livre-iniciativa, não do coletivismo forçado e da liberdade limitada e planejada por burocratas iluminados.

Já passou da hora de nos desprendermos do que já deu errado e focarmos no que pode e vem se mostrando dar certo.

Capitalismo libertário e uma sociedade de leis e propriedades privadas é a solução para os problemas coletivistas que a humanidade enfrenta todos os dias, de baixo do controle sufocante do estado.

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