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Não é novidade que qualquer medida autoritária tomada por políticos, seja aqui em Banânia, que os estatistas chamam de Brasil, ou em qualquer lugar do mundo, afeta diretamente a economia de todas as pessoas, seja como empresa ou como indivíduos.

O fechamento forçado do comércio, exigido pelo João Ditadória e Wilson Auschwitzel e tantos outros reis do gado estaduais, teve respaldo na decisão do STF – que é o nosso “grande vigia da constituição”; o guardião dos direitos dos indivíduos. Sei Essa decisão permitiu que a escolha de governadores e prefeitos prevalecesse sobre a do presidente.

[riso] É engraçado que sempre aqui o pacto federativo (que regula o nível de autonomia dos lugares onde vivem as pessoas em relação ao executivo federal) só é valorizado quando rola a chance de DIMINUIR liberdade do indivíduo.

Essas ações não ferem só a ética por serem imposição de vontade de políticos sobre as pessoas. Elas também atacam diretamente a economia toda que, mesmo antes do surto do vírus ter começado lá em Wuhan, aqui ainda estava em queda. Tinha alguma chance de parar de piorar, mas estava muito sensível. Mas o partido comunista chinês (o governo) resolveu agir para abafar os alertas sobres os primeiros casos de contágio do vírus.

Tratou todos os que alertaram sobre a nova doença como “provocadores da desordem social”. Se não tivesse trabalhado para ESCONDER, mas para CONTER o vírus por lá, o mundo todo não estaria passando por essa desgraça. Quem acredita que a atitude do PCC na china foi genuína, não entendeu o que é o estado e como ele usa as crises como oportunidade para aumentar a seu tamanho sobre as pessoas.

E má gestão de recursos pelo estado também não é novidade. Nós sabemos que ele é uma máquina opressora e parasitária. Ele é ineficiente por natureza e não melhora porque não precisa ser eficiente. Afinal, como detém o monopólio da força física e jurídica, não tem concorrentes para os seus serviços. Então, eles podem ter custo alto e qualidade péssima. Ou seja: quando o estado FUNCIONA bem, é PIOR para as pessoas.

Serviços públicos estão num ciclo vicioso. O funcionalismo público se sustenta pelo roubo estatal e dá em troca um resultado de qualidade no mínimo questionável.

“Ah, mas os meus pais falam bem do SUS. Lá na cidade do interior onde moram, eles são bem recebidos e bem tratados.”

Senhor Bovino, não é por um exemplo pontual, em uma cidade de talvez 80 mil habitantes, lá nos cafundós do judas, que serve para balizar a qualidade do “sistema utópico de saúde”. Veja a quantidade de condições sócio-econômicas e necessidades diferentes das pessoas. Não importa o quão honestos sejam os funcionários públicos do SUS. Não tem como um sistema usar as mesmas regras de forma coletivista para tentar atender a todos sem ser ineficiente. Todo sistema público, por ser coletivo, cai no conceito da “Tragédia dos (bens) Comuns”. É uma situação em que, como o recurso ou serviço é chamado de – ou entregue como – “grátis”, matematicamente, sua demanda será irrestrita porque, como não existe algo grátis, o custo para isso ser sustentado deverá ser irrestritamente infinito. E como o dinheiro sempre acaba () É SÓ AUMENTAR OS IMPOSTOS PRA TODO MUNDO PAGAR!

Aêee! Resolvido Beleza! [sorrindo]

As pessoas em banânia estão reféns de um pensamento contraprodutivo que foi imposto pela obrigatoriedade e propaganda estatistas de proteção, de controle, de terceirização de solução e do aumento disso tudo sem pensar nas consequências financeiras. Parece que o senhor bovino brazuca padrão não consegue deixar de tratar o funcionalismo público com orgulho. Ele se ilude pelo processo seletivo concorrido e pela alta remuneração maior a cada ano. Provavelmente, ele sonhe que isso sirva para aumentar a qualidade dos serviços do papai estado.

É por aí. É essa a mentalidade hegemônica tupiniquim. Há uma crença de que não se deve liberar as pessoas para usar suas iniciativas genuínas. de que as pessoas não são capazes o suficiente ou de que são malvadas demais. Falta ainda muitos entenderem que as regulações e burocracias são obstáculos estatais para que as pessoas tendam a criticar a iniciativa privada em comparação com a porcaria estatal. O estado é como um sócio que não trabalha e só atrapalha porque gera custos.

E os fatos mostram que a realidade não ruma na direção do mundo dos sonhos e tem mais chance de se perder num pesadelo do inferno dantesco. Neste momento existem ao menos 100 concursos públicos abertos no brasil. São mais de 15 mil vagas. Os salários em vários desses cargos chegam a 18 mil e 500 reais. Essa é uma das táticas do estado para manter alguma parcela de pessoas em sua defesa. Ele dá estabilidade de renda. É uma forma de “comprar” apoio.

É isso mesmo. Você não ouviu errado. Mesmo durante uma crise econômica, que já era grande, resolveram abrir mais vagas. Para governos, não importa se eles causam a piora da economia por meio de autoritarismo que forçou pessoas e empresas a interromper ou reduzir as atividades comerciais. Pra eles não importa se isso leva a tanta perda de trabalho e renda.

O governo sempre vai incluir a si próprio na lista de serviços “essenciais” que não devem ser interrompidos. É isso que usa pra justificar a abertura de mais milhares de cargos públicos. Governos não agem racionalmente nem para considerar falência. É porque sabem que o custo da irresponsabilidade contumaz é pago por todos nós. E é por isso que mantêm a empáfia para ignorar que essencial, de fato, é o trabalho que cada um faz pra se sustentar.

A qualidade ruim dos serviços é proporcionada pelo FUNCIONAMENTO todo do sistema. A maioria que ocupa os cargos públicos é honesta. O ruim é que o modo de funcionar desestimula a proatividade de buscar eficácia. Se alguém no departamento começa a encabeçar alguma mudança para otimização, logo é tolhido pelo resto dos colegas. É simples. O sistema não vai premiar quem fizer algo melhor e se a tentativa der errado ou o trabalho comum foi ruim, também não haverá demissão. Então, por que arrumar mais trabalho?

Tem também funcionários públicos anarcocapitalistas. É verdade! Tem sim! Eles passaram a perceber o que é e como funciona o estado depois de entrarem. Mas não devem sair por conta disso. Ao continuar no cargo, eles continuam sem culpa pelo que o estado é. Mas, enfim, são uma gota no oceano.

Em 2017, o gasto com funcionalismo público ultrapassou a marca de 750 bi-lhões de reais. Isso são 10% do PIB de um lugar quase continental, o 9º maior volume na economia mundial. Apesar do volume, banânia é pobre. É fácil de perceber isso ao comparar o poder de compra do papelzinho colorido daqui com o papelzinho de trump-lândia.

Parece desastroso, né? Pois é. Em 2019 foi pior: o gasto com o funcionalismo público atingiu astronômicos 928 bilhões. É mais que 13% do PIB.

“Ah, mas a minha tia é funcionária pública e ganha mal. E ainda querem congelar o reajuste salarial”

Sim. Mas, provavelmente, a sua tia não esteja na alta casta estatal. Em 2019, ficamos sabendo que 44% dos servidores federais receberam mais de 10 mil reais. 22% receberam mais de 15 mil por mês e 11% ganham mais de 20 mil. Agora tente listar aí de quantas empresas privadas pagam tudo isso para cargos de Analista ou Gerente. Diretores e vice-presidentes, sim. Mas o resto tem salário que varia conforme a cadeia de oferta e demanda do mercado de trabalho. Pro estado não importa. Ele não liga para essa relação.

Mesmo com o impacto da pandemia do vírus chinês nas empresas e nas pessoas que estão ou estavam trabalhando nelas ou pra elas, a previsão para os gastos com salários de funcionários públicos em 2020 não muda. Tá lá na casa de bilhões de reais. Tem que ser muito iludido pra imaginar que o estado iria se preocupar com responsabilidade financeira.

Muitos esperam uma redução gradual desse valor por meio de algumas medidas. O Ministro da Economia, Paulão Guedes, propôs o congelamento de reajuste salarial. Mas ainda estamos longe de ver funcionários públicos considerarem a insolvência do estado. Eles ainda querem que aumento de salário ainda seja tratado como uma urgência. Não dá.

Melhor que reforma política, é ocorrer a mudança para entender que a realidade sempre vai se impor. A força que o estado tem para passar por ela é aumentar o custo para as pessoas. É preciso deixar de alimentar um pensamento auto-destrutivo. É necessário parar de bajular o estado ou pedir que ele cuide de qualquer coisa. Se as pessoas não abandonarem essa crença, a máfia estatal vai conseguir se aproveitar ainda mais para nos manter como reféns.

Com a mudança primária das consciências individuais e o consequente florescer do impulso empreendedor, certamente a tendência será o crescimento da autonomia. É preciso acabar com a cultura da influência estatal. Sem a crença das pessoas, o estado não passa de uma gangue de bandidos. É preciso entender isso para diminuir seu poder de opressão.

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