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São tempos difíceis para aqueles que acreditam na importância de uma abordagem cristã para a vida social e política.

Vivemos em repúblicas laicistas, que forçam o multiculturalismo e a imigração islâmica maciça por meio de leis e impostos draconianos e autoritários, somados com a manipulação midiática da opinião pública, pelos grandes meios de comunicação em massa ocidentais.

A civilização ocidental moderna se tornou laica; foi precisamente a sua guinada ao secularismo, sua indiferença religiosa, e sua falta de compreensão da própria história e identidade religiosa católica (universal), que deu carta branca para que uma degeneração civilizacional e uma crise moral tomasse conta.

Com o surgimento da reforma protestante e dos movimentos liberais provenientes das revoluções religiosas sangrentas e anti-católicas na Europa, mergulhamos numa espiral de totalitarismo estatal e degeneração religiosa, culminou num totalitarismo secular.

Por esse motivo, só recentemente com o advento da internet e das mídias alternativas aos meios de comunicação monopolísticos, está havendo uma revolução: o renascimento de um sentimento religioso restauracionista da cristandade, levado a cabo por quem tem noção histórica e percebe que está sendo cumprida uma agenda que visa destruir a civilização cristã, quando analisadas as ações das instituições estatais.

Acontece que décadas de laicismo (proveniente da Revolução Francesa) e de liberdade religiosa republicana concedida à religiões que são incompatíveis com valores ocidentais (como o islamismo), separou o estado do cristianismo, e fez com que essa população ocidental, fosse ficando a mercê do controle democrático-revolucionário pró-islâmico. O laicismo que é a favor da integração de todas as religiões, inclusive das violentas, permite que estas adentrem nos territórios ocidentais de tradição cristã, e sejam intolerantemente impostas à população, que é obrigada a pagar subsidiar essa invasão criminosa velada e estimulada pela mídia.

O debate sobre o multiculturalismo não só acontece no continente europeu, de tradição cristã; mas em todos os países que são frutos da cultura européia, como o Brasil.

Esse debate Parece de fato ser dominado por duas opiniões opostas em todos os lugares em que é travado: os que são favor das instituições que protegem a cultura, propriedade privada e o cristianismo; e os revolucionários, que são a favor do ateísmo, da democracia, do socialismo, da violação da propriedade privada, do redistributivismo, do estado laico e do multiculturalismo, políticas essas que promovem a destruição de tudo o que o mundo ocidental acumulou nos 2 mil últimos anos de cristianismo.

De um lado, temos o viés e posição de quem considera o crucifixo o emblema que define o mundo ocidental. Essa visão, enxerga que a cristandade está sendo ameaçada por uma gigante massa de islâmicos radicais, e de traidores comunistas, promotores de políticas burocratas que não representam as vontades da população. Políticas estas, que estão se estabilizando nos países ocidentais como algo normal, as custas de impostos.

De outro lado, temos a opinião que se tornou hegemônica, revolucionária, se colocam os traidores defensores do estado laico multiculturalista; opinião de todos aqueles que consideram que pode ser positiva a convivência entre os sarracenos imigrantes muçulmanos e de cidadãos de países ocidentais, especialmente, sendo a favor de que suas culturas sejam impostas dentro de territórios cristãos.

Somente um idiota completamente burro não consegue perceber que há de fato criminosos nas estruturas de poder dos estados, estimulando essas politicas imigratórias, forçando uma agenda global para que isso seja encorajado, protegido e financiado por impostos contra cristãos. É uma traição ao ocidente estampada na cara de quem é roubado, desarmado e enfraquecido pelo chamado estado democrático de direito.

O fato é que a liberdade econômica e social do ocidente é totalmente dependente da religião cristã — são complementares — uma não sobrevive sem a outra. O cristianismo cria as bases de uma sociedade livre, moral, honesta e correta, que prega a tolerância entre homens e a conversão voluntária e racional a religião. Tem uma moralidade condizente com o livre-arbitrio, a propriedade privada e o direito natural, que dá bases férteis e propícias para o funcionamento de uma sociedade evoluída.

É essa própria sociedade cristã evoluída e de alta cultura, com governos monárquicos legítimos que não atrapalhavam a vida dos cidadãos, que deram origem ao mundo moderno.

Ignorar a importância e o papel que a religião cristã teve na criação das bases de nossa civilização é uma insanidade, e querer separa-la de nossas instituições seculares, está nos levando à bancarrota, a falência, ao niilismo e a extinção da nossa própria cultura.

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