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Os responsáveis pelo Real não só sabem como admitem isso (nas entrelinhas). É a ameaça de violência que nos mostra isso.

Vamos a um exemplo: eu estou caminhando pela rua e um homem me diz “me dê 10 reais”. E eu digo “Ok, toma aqui, estou tendo um bom dia, pode ficar”. Bom, isso é uma escolha, ele me pediu e eu dei. Nós não sabemos se eu daria se ele não tivesse me pedido, mas isso não importa, a realidade é que ele me pediu e eu escolhi dar.

Se imaginamos a mesma cena com uma arma nas minhas costelas, nós sabemos que eu não quero doar o meu dinheiro. Ou pelo menos sabemos com certeza que ele ACHA que eu não quero doar meu dinheiro. Se ele achasse que conseguiria os 10 reais sem usar ameaça, então faria, pois a ameaça acrescenta riscos de retaliação ou de ganhar inimigos.

Uma ideia quando é avaliada como boa, é aceita voluntariamente. Quando uma ideia é proposta com ameaça de violência, conclui-se que quem a propôs não acha a ideia boa o suficiente pra ser aceita voluntariamente.

O governo propôs sob ameaça de violência, que sua moeda seja aceita para qualquer pagamento, em qualquer estabelecimento. Admitindo assim que não acha que sua moeda possui real utilidade como meio de troca, papel-moeda só tem utilidade pra alimentar uma fogueira ou limpar a bunda quando não se tem papel higiênico, as mesmas utilidades de qualquer papel.

Não é uma caneta, papel e um decreto idiota que dão utilidade a uma moeda, são suas boas propriedades como meio de troca, como escassez, divisibilidade, fungibilidade, etc.

Para entender porque o papel moeda não vale mais nada, e as criptomoedas são o futuro, veja esse vídeo curtinho a seguir:

 

 

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