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Vocês já devem ter reparado que, sempre que uma atitude tóxica do movimento feminista é exposta na internet, a justificativa das feministas é: “isso é “femismo”, não feminismo, não representa nosso movimento”.

Porém, você já deve ter percebido que a forma que elas utilizam o conceito de “femismo” é, sem dúvidas, estranha.
E vou mostrar o porquê do “femismo” não existir.

Significado

“Femismo” é um termo criado pelo movimento feminista, o conceito do termo é “atitude ou pensamento de ver o sexo feminino como superior e o masculino como inferior”.

Basicamente, “femismo” seria o contrário de “machismo”.

Muitas feministas dizem que “o femismo existe dentro do feminismo”, como uma “maçã podre”; esta “vertente” do movimento lutaria pela supremacia feminina, minimização dos direitos masculinos, discriminação direcionada aos homens e até a imposição de um matriarcado.

Por que ele não existe?

São vários os fatores que demonstram a inexistência do “femismo” e de um “movimento femista”.

  1. “Femismo” no dicionário;
  2. Autoras do “femismo”;
  3. Livros “femistas”;
  4. Movimento “femista”.

1. “Femismo” no dicionário

Pegue o seu dicionário e procure pela palavra “femismo”. Encontrou? Não? Pois é, o termo não é considerado válido da língua portuguesa ou de qualquer outra língua, por um simples motivo:

“Femismo” é um termo criado pelo movimento feminista, sendo conceituado somente dentro deste.

Caso tenha pesquisado na internet, você provavelmente se deparou com a imagem em anexo.

Caso tenha encontrado esse termo em dicionários online, fora provavelmente no “Dicionário InFormal” ou “Significados Online”; dicionários que incluem palavras e termos não-oficiais da língua portuguesa em seu conteúdo, além da possibilidade de serem moldados por qualquer um.

2. Autoras do “femismo”

Não é possível achar quaisquer resultados sobre “autoras femistas”, pois não existem.

Nenhuma autora feminista se define como “femista”, ou de “movimentos femistas”, corroborando com o fato do mesmo não existir.

O que existe, porém, são citações de feministas que, de certo modo, se encaixam no conceito de “femismo”:

“Nós, como um sexo, somos infinitamente superiores aos homens.”

– Elizabeth Stanton

“Chamar um homem de animal é elogiá-lo. Homens são máquinas,são pênis que andam”

– Valerie Solanas

“Todos os homens são estupradores e isso é tudo o que eles são”

– Marilyn French

“A proporção de homens deve ser reduzida e mantida a aproximadamente 10% da raça humana”

– Sally Gearhart

“Eu sinto que odiar os homens é um ato político honrado e viável”

– Robin Morgan

Como observado, todas as citações foram feitas por autoras FEMINISTAS.

A primeira citação por exemplo, é de Elizabeth Cady Stanton — considerada uma “figura líder” do movimento —, uma das fundadoras da “National Women Suffrage Association” (ao lado de Susan B.Anthony).

Se o “femismo” realmente existisse, Elizabeth Stanton, seria considerada uma “femista” e não teria nenhuma influência no movimento (uma vez que ela não o representaria).

E como ela, muitas outras seriam considerados “femistas” caso o tal realmente existisse.

3. Livros “femistas”

Como nunca existiram autoras “femistas”, obviamente não existe nenhum livro “femista”.

Não por acaso, se buscar por “livros femistas” na internet, irá se deparar com “resultados para: livros FEMINISTAS”.

Isso acontece pelo simples fato de não existir nenhum livro, citação ou autora “femistas”, deixando ainda mais evidente que este, de fato não é real.

4. Movimento “femista”

Por consequência: se “femismo” não existe no dicionário, se nunca houve nenhuma autora “femista”, nenhuma obra “femista” e se não existe ninguém que se autoproclame “femista”, logo, historicamente, não existem evidências de um movimento social “femista”.

Por ser um movimento coletivista e não possuir um porta-voz para ditar o que representa o movimento ou não, todas as atitudes tóxicas do movimento são, automaticamente, de responsabilidade dele e podem sim ser consideradas como atitudes FEMINISTAS, em prol do FEMINISMO.

Conclusão

Todas essas citações apresentadas FAZEM PARTE do feminismo; e todas as atitudes e ideais tóxicos que são retratados em manifestações repugnantes são de total responsabilidade do feminismo.

“Femismo” não existe, o que existe é somente o feminismo, e ele é um movimento coletivista e autoritário, incompatível com o libertarianismo, como já demonstramos aqui.

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