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Uma rápida lição de economia pode nos ensinar que taxar os ricos é uma ação que pode sair pela culatra e prejudicar substancialmente a classe média e a pobre.

A medida em que o pensamento progressista avança e é financiado pelo lobby globalista no mundo inteiro, tributar os ricos inevitavelmente se torna-se cada vez mais uma pauta dos partidos comunistas, que convergem a esse pensamento retrógrado e economicamente suicída.

Candidatos progressistas não perdem tempo em vilipendiar a remota ideia de sequer pensar em corte de impostos. Para a esquerda, corte de impostos basicamente significa subsídio aos ricos. Nada mais longe da realidade dos fatos.

Embora essa retórica redistributivista de esquerda geralmente pareça fazer algum sentido, na prática, a taxação não é tão simples. Uma rápida lição de economia pode nos ensinar que taxar os ricos pode sair pela culatra e prejudicar substancialmente a classe média e a pobre.

Conseqüências não intencionadas

Quando progressistas defendem que os ricos tenham uma parte da propriedade deles confiscada pelo estado, o que acontece é que se cria um incentivo para a diminuição do consumo da classe rica, já que uma maior parte do capital que antes era alocado na economia real, agora fica com o setor menos produtivo: o estado.

A renda que é retirada do bolso de quem é produtivo e que poderia fluir para pequenas empresas e trabalhadores, acaba sendo realocada para o bolso de pessoas que tem baixíssimos níveis de produção e eficiência: os funcionários públicos e políticos.

E como se não bastasse, essas pessoas se mostram como um entrave custoso para todos que não fazem parte do setor estatal; este que geralmente atrapalha a dinâmica de trocas numa economia de mercado com a criação de entraves regulatórios e leis inúteis.

Com isso, os ricos que são forçados a pagar, realocam seus custosos impostos para os produtos e serviços nos quais comercializam. E o que acontece? Isso mesmo: consequentemente a todas as outras classes consumidoras acabam pagando caro nas suas compras.

Com isso, percebemos que os afetados são os consumidores finais, que vão ter produtos e serviços mais custosos do que antes. E isso se extende para todo o resto da economia, afetando empregos, pequenas empresas, investidores e setores industriais inteiros.

Ou seja, além de entraves estatais estarem sendo incentivados e subsidiados com esse aumento de encargos, os custos dos produtos e serviços ficam mais altos para a classe média e para os pobres e falências generalizadas acontecem.

Outro incentivo criado quando isso acontece, é o de assustar o investidor: ele tira o seu capital do lugar onde ele vai ter custos com impostos e coloca o seu dinheiro em países menos punitivos, mais lucrativos e menos burocráticos.

Não taxem os ricos (eles não vão pagar a conta). Diminuam impostos. A economia e o setor produtivo da sociedade agradece.

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