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Primeiro, disse em 14 de janeiro que não havia indícios de transmissão entre humanos.

Mas autoridades de saúde de Taiwan enviaram e-mail sugerindo que poderia haver transmissão entre humanos ainda em dezembro. Não puderam confirmar, no entanto, uma vez que a OMS praticamente se negou a dar informações sobre o vírus a Taiwan:

Numa entrevista à rede televisiva de Hong Kong RTHK, Bruce Aylward, diretor-geral assistente da OMS, agiu de modo suspeito: não respondeu questões envolvendo a negligência com Taiwan e quando interpelado sobre a possibilidade de Taiwan como país independente da China integrar a OMS, desligou a chamada.

O mesmo Bruce Aylward que passou meses elogiando a atuação da China contra o coronavírus.


Segundo relatório do serviço secreto alemão, a China pediu à OMS que segurasse informações sobre transmissão entre humanos. OMS, obviamente, nega. Entenda “China” e “OMS” comp Xi-Jinping e Tedros Adhanom, respectivamente.

Falando em Tedros Adhanom (diretor-geral da OMS), você sabia que ele foi membro de movimentos comunistas revolucionários na Etiópia (Tigray People’s Liberation Front), além de ter sido acusado de acobertar três epidemias de cólera no país, quando era ministro da saúde?

E também nomeou Robert Mugabe, o ditador africano que mais matou sua população de fome nos últimos tempos, como “Embaixador da boa vontade” da Organização Mundial da Saúde, o que gerou críticas de todos os lados.

Voltando à pandemia: Em março a recomendação ainda era de que somente pessoas infectadas deveriam utilizar máscaras cirúrgicas — as de tecido ou algodão não eram recomendadas sob NENHUMA circunstância, como é dito no “Interim Guidance” de 29 de janeiro.

Em 3 de abril máscaras de tecido já eram consideradas pela OMS, como foi colocado por seu diretor executivo. No dia 5 de junho, entretanto, a recomendação foi de que as máscaras caseiras sejam feitas com TRÊS camadas: a 1a de ALGODÃO, a 2a de polipropileno e a 3a de poliéster.

A OMS sugeriu o lockdown. Pessoas perderam seus empregos, autônomos tiveram uma redução de quase 80% e a economia mundial derreteu. Agora, com os protestos violentos ao redor do mundo, Tedros fez um pronunciamento apenas pedindo que “manifestantes” utilizem máscaras.

O lockdown baseou-se num único fato: grande parte dos infectados não apresenta sintomas, logo todos teriam de ficar em casa p/ evitar a transmissão do vírus. Agora a OMS concluiu que assintomáticos não transmitem a doença, mas, de fato, desde o dia 2 de abril já sabiam disso.

Além disso, várias pessoas, como o bioquímico Michael Levitt, disseram que lockdown foi um dos maiores erros de toda essa pandemia. Diminuição da imunidade, custo econômico altíssimo devido ao fechamento de postos de trabalho e vários outros problemas, como veremos a seguir.

Devido ao isolamento, vale lembrar, muita gente deixou de ser diagnosticada com outras doenças, tratamentos foram interrompidos ou tiveram atraso e houve um aumento substancial de problemas psicológicos na Itália, por exemplo, segundo o CNOP.

Inclusive um temor de diversos psicólogos e acadêmicos é o aumento das taxas de suicídio durante e pós-pandemia, o que, infelizmente, já vem se confirmando.

Enquanto isso, Neil Ferguson, do Imperial College, que ficou conhecido como Dr. Lockdown após recomendar a medida no Reino Unido, estava furando o isolamento p/ se divertir com sua amante casada, Antonia Staats. (Apenas uma curiosidade. Voltemos à OMS).

Quem não se lembra das milhares de matérias sobre a duração do vírus nas superfícies, as centenas de vídeos mostrando como o vírus se espalhava pelos ambientes e as matérias sensacionalistas? Pois é, mas segundo o CDC, o vírus não se espalha facilmente pelas superfícies.

Sobre a hidroxicloroquina, então, há uma infinidade de problemas. Existe uma miríade de pesquisas desde o SARS, em 2003, que indicam que a terapêutica de hidroxicloroquina com azitromicina seja eficiente contra coronavírus. Muitas outras atuais dizem o mesmo.

Todas — sim, todas — as pesquisas que pude ver indicando o contrário têm alguns problemas em comum: usam somente hidroxicloroquina, sem azitromicina, administram doses muito altas ou testam populações já em estado muito grave. Abaixo vemos a importância da combinação HCQ+AZ.

Exatamente por esses motivos também desconfiei da pesquisa publicada no The Lancet: nenhum n° estava claro, usaram bancos de dados de vários países — Isto é, pessoas de hábitos distintos —, sem padronização de dosagem. Isso simplesmente não pode ser considerado como pesquisa.

Além disso, houve falhas e fraudes em vários dados utilizados por eles, o que gerou muitas críticas na comunidade científica. Mesmo assim, a OMS suspendeu todas as pesquisas com hidroxicloroquina contra a COVID-19 usando essa mesma pesquisa como guarida.

Depois, adivinha só, voltaram atrás e retomaram as pesquisas.

Conforme já foi dito aqui, há muitas pesquisas, conduzidas de forma séria, que indicam resultados excelentes com a combinação HCQ+AZ, mas também existem as evidências empíricas, que reforçam sua necessidade urgente.

Conforme já foi dito, há muitas pesquisas, conduzidas de forma séria, que indicam resultados excelentes com a combinação HCQ+AZ, mas também existem as evidências empíricas, que reforçam sua necessidade urgente.

Quem recomendou o medicamento a Trump foi o Dr. Zelenko. Vários outros doutores ao redor do mundo defendem a terapêutica: Didier Raoult, Nise Yamaguchi, Marc Siegel e vários outros. P.s. Ainda farei uma thread apenas sobre a questão da cloroquina porque nessa acabou o espaço.

As suspeitas sobre a OMS só aumentam. Tem ainda mais treta ai que não consegui falar, mas a China, do senhor @WanmingYang, embaixador chinês no Brasil, e a OMS, de @DrTedros e Bruce Aylward, devem sim ser responsabilizadas por todo o sofrimento causado ao mundo; são cúmplices!

Confira mais esse documentário sobre a OMS, produzido pelo Spotniks:

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