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A atual corrida do sistema educacional convencional para o mercado de trabalho é estúpida.

O processo de se tornar empregável começa quando você é adolescente. Realmente não termina até que você tenha algum tipo de histórico bom ou trajetória de carreira. Para a maioria, isso não acontece até cerca dos 30 anos.

Estamos falando de vinte por cento da sua vida. Puta merda.

A merda começa na escola

O grande medo que mantém todos na escola é que sem ela você será um idiota sem-teto. Claro, existem razões mais nobres de porque é que as pessoas pedem para você tentar tirar notas boas e obedecer a regras, mas principalmente há uma crença cega de que você não pode conseguir um emprego decente sem isso.

Então você aguenta a dor e o tédio, assinala as alternativas e entrega as provas e trabalhos. Você aceita tacitamente classificações, ranqueamentos arbitrários, adesivos, vistos e estrelinhas no seu caderno. Pode não servir para nada no mundo real, mas isso leva você para a faculdade. A faculdade também não se importa com o mundo real, e todo mundo sabe disso secretamente, mas tem medo de dizer, porque sofre pressão dos pais e não sabe mais o que fazer da vida.

Então você consegue um diploma genérico e uma dívida específica.

E a merda continua na procura de um emprego

Agora você precisa formatar seu currículo. Sabe aquela tecnologia antiga chamada papel? Dizem que deve – ou pelo menos deveria – ser a sua arma secreta. Obtenha as margens padronizadas corretas e empregadores vão atirar dinheiro na sua direção.

Então você procura por sites de vagas emprego, descobre rapidamente que sua a sua especialidade de recém formado realmente não importa no mundo real, e não sabe que profissões são aquelas, requisitadas nas vagas contidas nos sites. As descrições não ajudam. “Gerenciador de parcerias estratégicas com vários fornecedores” não faz sentido nenhum para você.

Você se candidata para a vaga de qualquer maneira. Seu currículo com margem adequada é lido interruptamente por dezenas de pessoas. Você recebe uma ou outra mensagem para ser entrevistado. E, finalmente, eventualmente, você encontra alguém em algum lugar disposto a te pagar por algo.

Depois de algum tempo, você meio que se vê preso nos seus primeiros empregos, sonhando com o dia que você possa ser pago para jogar videogame. Não há muito propósito, significado ou direção nesse processo, mas você tem empréstimos estudantis e mensalidades para pagar. Para o resto da sua vida.

Você não é louco por se perguntar se existe algo melhor do que isso

Esqueça essa história triste. Vamos direto ao ponto: esquecer tudo o que aprendemos e, em vez de seguirmos um monte de suposições estúpidas herdadas dos mais velhos, vamos analisar o que faz sentido.

Vamos ser honestos: Você quer iniciar uma carreira. Você quer começar uma jornada significativa de aventura e descoberta, onde sai pelo mundo, tenta coisas, aprende coisas, adapta-se e segue em direção a algo que parece uma missão ou paixão ou, pelo menos, não uma sentença de prisão.

Como começar?

As únicas duas coisas que importam quando se trata de iniciar uma carreira são:

  1. Sua capacidade de criar valor
  2. Sua capacidade de convencer outras pessoas de que você pode criar valor para elas

É isso aí. Nada mais.

Você pode chamar essa primeira coisa de habilidades e a outra de um sinal que mostra que você tem habilidades.

Criação de valor (também conhecido como habilidades)

Quando se trata de adquirir habilidades, a abordagem tradicional é ridícula. No sistema educacional convencional, você aprende poucas habilidades relevantes para o mercado de trabalho. Você inclusive aprende mais sobre coisas abstratas e provavelmente hábitos que vão te tornar menos valioso, do que o contrário. Não é nada de chocante quando você pára para analisar a situação do sistema de educação.

Já se perguntou se você aprendeu a andar de bicicleta lendo sobre bicicletas ou sendo avaliado por pessoas que mal andavam de bicicleta? 

Não é nada razoável esperar que passar 5 anos sentado, tendo aulas dentro de blocos gigantes de concreto sob luzes fluorescentes, ensine qualquer coisa útil sobre clientes, produtos, empresas, realização e oportunidades no mercado de trabalho. A maioria dos professores mal sabe usar o e-mail e um reto-projetor, mas querem te preparar para encarar o mundo.

Ok, se você quer ser acadêmico, esse caminho tradicional, é o caminho a percorrer. Agora se você deseja iniciar uma carreira fora da academia, precisará adquirir habilidades que serão valorizadas fora da academia.

A prova de que você tem habilidades (também conhecida como sinal)

O sinal é o que a maioria das pessoas acha que vai conseguir depois de terem se graduado em troca de terem se endividado e sofrido. Mas não é o que acontece na prática. 

O diploma faz um péssimo trabalho em transmitir qual é a sua real capacidade de criar valor para os outros e todo mundo sabe disso. Ninguém lhe dará um salário só porque você é formado, cumpriu sua grade de matérias e o corpo docente da universidade, colocou isso em um papel. Você precisa provar que é capaz de criar valor de uma maneira mais robusta. A maioria dos empregadores não sabe exatamente que tipo de sinal procurar, portanto, fazem processos árduos de contratação. E você precisa mostrar a eles uma proposta irrecusável.

O futuro é agora

Digamos que você não tenha bagagem histórica, cultural, educacional e muito menos tem histórico de carreira. Como seria, dadas as ferramentas que você tem hoje, se você pretendesse adquirir habilidades e mostrar um sinal?

Primeiro você começaria com a autodescoberta. Você pode adquirir infinitas habilidades que são valorizadas por outras pessoas, mas vai precisar reduzi-las e focar em uma específica. Você precisa achar algo que tenha nexo: algo que você não odeie, que você não seja ruim e que as pessoas valorizam.

Não se estresse. Você não encontrará imediatamente seu trabalho ideal. Isso requer muita tentativa e erro no mundo real. O que você quer e pode fazer é eliminar muitas coisas que não são adequadas.

Comece descobrindo um pouco sobre suas habilidades e interesses. Em seguida, descubra que tipos de papéis e oportunidades existem para onde essas habilidades e interesses são valorizados.

Evite lugares onde suas habilidades e interesses não se sobrepõem as oportunidades de retorno monetário. Todo o resto é uma consequência de você ter jogado um jogo justo consigo mesmo, e um passo viável e consistente em sua jornada de lançamento da própria carreira. Vá em frente e suje as mãos!

Quão difícil é fazer isso?

Você já tem uma ideia de quais são alguns dos pontos de partida possíveis. Agora você precisa descobrir que tipo de habilidades são valorizadas nessas funções que você escolheu. Você já tem essas habilidades? Você precisa reforçá-las? Você precisa adquirir novas habilidades?

Provavelmente há algumas coisas – não tantas quanto você imagina – que você precisa ser capaz de dominar para criar valor imediatamente. Você provavelmente terá que melhorar sua escrita (escrever da forma que a escola ensina é uma porcaria), aprender a usar ferramentas profissionais como e-mail, calendários, Slack e uma ou duas listas de aplicativos específicas para a sua determinada função.

Mas você provavelmente não está longe de conseguir. Você tem uma capacidade de criar valor para pessoas, que você nem imagina. Todo mundo tem.

Digamos que você seja uma pessoa amigável e capaz de conversar com todos. Essas características sozinhas significam que você provavelmente pode criar valor para uma empresa em uma função de atendimento ao cliente, que é uma ótima maneira de começar, aprender sobre produtos e negócios, ganhar experiência, aprimorar sua habilidade e alavancá-la na sua próxima etapa da carreira.

Então você pode criar valor, mas pode provar isso?

Nenhum diploma ou currículo convencerá as pessoas disso.

Você precisa de algo tangível que possa mostrar ao mundo: “Este é um conjunto de habilidades que tenho e aqui está a prova”.

Mostre para eles que você sabe fazer, e pare de dizer que você sabe.

O que pode provar sua capacidade de criar valor? Resposta: mostrar que você sabe fazer algo.

Por exemplo, se você quisesse fazer parte de uma função de atendimento ao cliente de uma empresa específica, como você poderia mostrar suas habilidades de comunicação? E se você compilasse uma série de perguntas reais dos clientes que você retirou da página de Facebook da empresa, e contasse para o entrevistador como seriam as suas respostas? 

E no caso de você mostrar a sua capacidade de ser um programador ou um arquiteto? Poderia mostrar o seu portfólio de projetos!

Você pode pensar em muitos outros exemplos em que pode mostrar o que pode ser capaz de fazer.

Agora, as pessoas podem ver e interagir com a prova de que você tem capacidade de criar valor. Um portfólio de projetos que demonstram o que você pode fazer, fala mais do que meros títulos impressos em um papel e elimina a confusão de credenciais genéricas criadas por terceiros.

Independentemente de onde você estiver em sua jornada, você poderá adquirir e sinalizar habilidades em questão de dias, semanas ou meses por um custo muito baixo. E vale muito mais do que um diploma universitário quando se trata de iniciar uma carreira.

Chega de dívidas, stress e horas jogadas fora em faculdades. 

Faça você mesmo a sua carreira e mostre do que você é capaz.

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